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| Retirado de: http://cronicas-daminhavida.blogspot.pt/ |
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
O melhor dos meus dias #3 [a árvore de natal]
Por causa desta traquinice toda, este ano decidi que não haveria árvore de natal tradicional montada no chão, porque com toda a certeza não chegaria intacta à noite da consoada.
Então no dia 1 de dezembro lá fui eu para a matinha ao lado de casa à procura de galhos secos. Arranjei-os, fiz uma decoração linda mas minimalista, não gosto de muito penduricalho, e voilà, aqui esta uma das coisas que me tem iluminado os dias, literalmente porque tem muitas luzes e também porque ficou linda na chaminé da lareira, quando estão ambas acesas, dou por mim a contemplar a nova decoração durante largos minutos de tão bonita que ficou!
sábado, 7 de dezembro de 2013
Mum´s the Chef #3
A MasterMum chama-lhe frango à cubana, o MasterDad chama-lhe frango piñacolada, foi uma invenção dos dois, ou pelo menos gostamos de achar que sim pois talvez esta receita não seja original de tão fácil e saborosa que é.
Frango à cubana (frango piñacolada) 2pax
Peito de frango
1 cebola pequena
3 dentes de alho
azeite
meio abacaxi
1 embalagem pequena de leite de côco
sal
pimenta preta
1/2 caldo de frango
1 limão
Arroz agulha ou basmati
Cortar o peito de frango em pedaços. Temperar com sal, pimenta preta e limão. Cortar o abacaxi em pedaços pequenos. Colocar num tacho o azeite, o alho e a cebola picados a refogar em lume brando. Assim que estiverem dourados colocar o frango durante 5 minutos. Juntar o leite de côco e meio caldo de frango, deixar o frango cozer no molho durante mais 6 ou 7 minutos, não mais que isso para não ficar seco. No fim juntar os pedaços de abacaxi e farinha de trigo q.b. para engrossar o molho. Retificar o tempero e servir com arroz branco.
Nota: De vez em quando para variar junto-lhe uma colher de chá de açafrão. Para fazerem caril também podem seguir esta receita juntando duas colheres de chá de caril e rodelas de banana.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Quem disse que as férias de Natal têm que ser passadas em casa?
Uma prenda de Natal original, educativa e muito, mesmo muito divertida!
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Mum´s the Chef #2
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| Fotografia retirada de: www.receitaparatudo.com |
Risotto de cogumelos e espinafres
1 chávena de arroz arbóreo
Espinafres frescos
Cogumelos shitakke (se não encontrarem podem usar outros desde que não usem cogumelos enlatados, eu usei mistura de cogumelos congelados)
Meia cebola
2 dentes de alho
Azeite
1 caldo knorr de arroz
sal
pimenta preta
queijo da vossa preferência para ralar
Cozer os espinafres e os cogumelos num tacho com água e 1 caldo de arroz e reservar. Refogar num tacho o azeite com a cebola e os dentes de alho picados durante o tempo necessário para alourar. Juntar os cogumelos e as folhas de espinafres cortadas e o arroz ao refogado durante 2 minutos para o arroz absorver o sabor dos ingredientes. Ir juntando a água da cozedura dos espinafres e dos cogumelos à medida que o arroz for absorvendo a água. O tempo de confecção é em média 12 minutos. Está pronto a servir quando o arroz estiver cozido e cremoso. Servir com raminhos de salsa fresca.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
O melhor dos meus dias #3
Referir-me-ei ao senhor homem lá de casa aqui no blogue como o MasterDad tendo em conta que as suas experiências de culinária contribuirão também para a rubrica Mum´s the chef. Isto para dizer-vos que ontem o MasterDad deu também um contributo para esta rubrica sem saber. Por vezes, muito raramente, ele transforma-se em Pai Filósofo e ontem foi um desses dias. Por outras palavras ele disse qualquer coisa semelhante a isto:
Foi esta a resposta aos meus habituais desabafos relativamente ao facto de já não termos vida social e de sentir falta de muita coisa que podiamos fazer antes de sermos pais. A verdade é que as pessoas são diferentes, têm experiências de vida diferentes e reagem de formas distintas a mudanças drásticas de vida, e não acho absurdo sentir-se falta de coisas que nos faziam felizes, acho que este sentimento de saudade não anula as alegrias da parentalidade,nem representa qualquer tipo de arrependimento, é apenas isso, um sentimento de saudade que de vez em quando dá o ar de sua graça.
Foi esta a resposta aos meus habituais desabafos relativamente ao facto de já não termos vida social e de sentir falta de muita coisa que podiamos fazer antes de sermos pais. A verdade é que as pessoas são diferentes, têm experiências de vida diferentes e reagem de formas distintas a mudanças drásticas de vida, e não acho absurdo sentir-se falta de coisas que nos faziam felizes, acho que este sentimento de saudade não anula as alegrias da parentalidade,nem representa qualquer tipo de arrependimento, é apenas isso, um sentimento de saudade que de vez em quando dá o ar de sua graça.
O melhor dos meus dias #2
Tendo em conta a avaliação ridícula a que os professores contratados foram sujeitos esta semana, o melhor dos meus dias esta semana foi mesmo já não exercer a função de docente.
Nunca pensei que fosse afirmar isto assim tão cruamente, ser professora é algo que me define, não só enquanto profissional mas enquanto pessoa.
Ser professora de filosofia com tudo o que isso implica sempre foi o melhor dos meus dias, e só não me custou mais abdicar desta profissão visto que a substitui por outra que se transformou no melhor dos meus dias, ser mãe. Além disso continuo ligada à educação e indiscutivelmente à filosofia pois sinto-a presente em tudo o que faço no meu atual emprego. Se sempre achei que poderia contribuir de alguma forma enquanto professora de filosofia para um futuro mais risonho de uma nação, agora a educação ambiental preenche-me de uma forma muito mais holística, pois sinto que posso contribuir para um melhor futuro do planeta. Continuo a tentar operar uma mudança de valores e nada melhor que a educação para isso. E isto é filosofia!
Não sou contra a avaliação dos professores, sou aliás muito a favor deste tal exame, desde que o mesmo obedecesse a uma estrutura que respeitasse a avaliação não só de conhecimentos científicos assim como a aquisição de competências pedagógicas e tão ou mais importante, humanas. Sou a favor de uma avaliação justa, gratuita e imparcial, ou seja, todos devem ser avaliados e não só os professores contratados, garanto que se assim fosse muitas vagas surgiriam dentro das escolas. Há profissões em que o tempo e a experiência são superados pelo entusiasmo, a criatividade, a vontade e o esforço de fazer o melhor, e ser professor é uma delas!
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